👁️ 48 visualizações
![]()
Subscribe to our newsletter and never miss our latest news
Subscribe my Newsletter for New Posts & tips Let's stay updated!
👁️ 48 visualizações
![]()
Salientando que a avaliação de impacto ambiental da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) divulgada há poucos dias diz respeito apenas ao terminal de contentores norte, em Leça da Palmeira, e não ao Plano Estratégico do Porto de Leixões para 2025-2035 no seu conjunto, o autarca socialista defendeu, na Assembleia Municipal que decorre esta noite, na Câmara Municipal de Matosinhos, que o projeto deveria ser sujeito a uma avaliação de impacto ambiental e estratégico.
Salientando que a avaliação da APA “não analisa aspectos essenciais”, Luísa Salgueiro apela a “estudos alternativos” sobre o projecto, em relação aos quais não concorda que apenas “uma única alternativa” seja apresentada pela APDL.
“Proposta Individual”
“Temos de exigir que nos digam porque é que não fazem a solução que tem menos impacto no território”, disse o autarca, na reunião em que foi votada a proposta do Executivo para que a Assembleia Municipal dê seguimento ao parecer negativo da Câmara sobre o projeto da APDL.
A proposta foi aprovada por maioria, com votos contra de PSD, Chega, CDU e Livre e abstenções de CDS e IL.
Durante a discussão, o presidente da Câmara de Matosinhos considerou ainda que o projeto do Porto de Leixões “é uma proposta individual do presidente da APDL” para “atracar navios de 300 metros”, numa altura em que a concessionária Yilport, que considera o projeto como “um grave erro estratégico”, garantiu que “vai investir 100 milhões de euros para garantir a atracação de navios de 300 metros”.
Créditos: JN
TVSH 31/03/2026
