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“Pela informação técnica disponível, não há risco para a saúde pública”, afirma a empresa. Presidente da Câmara de Matosinho diz que a Agência do Ambiente “está a tramitar o processo de penalização da Galp”.
A AGalp confirma ter detetado uma “ocorrência numa infraestrutura desativada da antiga refinaria de Matosinhos”, em Leça da Palmeira, que se encontra “em fase de mitigação, com evolução favorável” e sem risco para a saúde pública.
“O Galp informa que ocorrência detetada numa infraestrutura desativada da antiga refinaria de Matosinhos encontra-se em fase de mitigação, com evolução favorável. Operações regulares de contenção e limpeza são mantidas no terreno.”explica a multinacional, numa resposta escrita enviada à Lusa.
A Lusa questionou a empresa do setor energético sobre o descarga de poluentes em um curso de água denunciado no início de abril e relatado pelo Jornal de notíciasconfirmando à Galp o “acompanhamento diário e em coordenação com as autoridades”.
“À luz da informação técnica disponível, não há risco para a saúde pública”, responde.
Também à Lusa, a presidente da Câmara de Matosinhos, Luísa Salgueiro, nota que sinalizou às autoridades o que tratava-se “claramente de uma descarga proveniente das instalações da antiga refinaria”, e que a Agência Portuguesa do Ambiente “está a tramitar o processo de penalização da Galp”.
“Responsabilidades estão sendo cobradas em função desse descumprimento”, declara o prefeito.
No dia 4 de abril, Jornal de notícias relatou que As descargas poluentes afetaram um curso de água em Leça da Palmeira, proveniente da antiga refinaria, manchando as águas daquele rio.
Créditos: Lusa
TVSH 05/06/2026

