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Ao longo da tarde, milhares de espectadores reuniram-se à beira-mar para acompanhar uma programação dedicada à música eletrónica. Os primeiros concertos começaram por volta das 15h00, com actuações dos portugueses SOLLU e GUSTA-VO, seguindo-se as actuações do DJ germano-nigeriano Jammie e do produtor belga Samme.
O momento mais esperado chegou após o pôr do sol, com Black Coffee entrando no palco.
Com uma carreira iniciada na década de 90, Black Coffe é um dos nomes mais reconhecidos da música eletrónica contemporânea. O artista destaca-se pela fusão de ritmos africanos com deep house, jazz e elementos eletrónicos, tendo já atuado em vários países e colaborado com vários artistas, como Drake, Ushar e Alícia Keys.
Durante cerca de duas horas, o artista sul-africano apresentou um cartaz marcado pelas sonoridades do afro-house, género do qual é uma das principais referências a nível mundial.
Segundo a organização, o espetáculo reuniu cerca de 20 mil pessoas. Tiago Cruz, porta-voz do evento, considerou que a participação do público demonstrou o interesse crescente pela música electrónica e pela proposta cultural associada ao festival. “Ficamos muito felizes em ver essa linda moldura humana, vibrando e celebrando a cultura da música eletrônica”, afirma.
A performance serviu também de antevisão para a próxima edição do Festival Nómadas, que acontece entre 3 e 5 de julho, na Pedreira do Monte Castro, em Braga, que também está prestes a esgotar.
Créditos: JN
TVSH 02/06/2026
